Prodigy – The Fat of the Land

Prodigy - The Fat of the Land

Prodigy - The Fat of the Land

Recentemente lendo em um livro 1001 Discos para Escutar Antes de Morrer, um álbum que lembro de ter escutado pela primeira vez há muitos anos atrás, e que mudaria a minha concepção sobre musica eletrônica, seu nome The Fat of the Land – do The Prodigy, divisor de águas na musica eletrônica, foi sucesso de público e de critica esta mesma que por preguiça deu simplesmente a denominação de electropunk, onde sua musica vai muito mais alem do simples termo, riffs de guitarra violentos, uma bateria eletrônica ensandecida e arrasadora que era uma ataque sônico aos ouvidos.  Formado pelos integrantes Keith Flint no vocal, Liam Howlett na produção, direção de arte e mixagem, Maxim Reality também no vocal e MC, e Leeroy Thornhill – dançarino, o Prodigy criou uma massa sonora de ritmos que fez com que todos se redessem ao seu som. O carro chefe do disco foi o single Firestarter que ja tinha estourado 3 anos antes mas que só foi lançado neste album; com o lançamento se percebeu que a mesma era apenas mais uma musica que fazia parte do caldeirão musical presente no disco; sendo o mesmo um album conceitual em que as musicas funcionam em conjunto se escutado na sequencia.

Com o lançamento dos clips do disco para divulgação, um me chamou a atenção devido a ousadia do mesmo e o conteudo apresentando: uma pessoa que se droga, faz confusão na porta de uma boate, bate em mulheres, transa com uma prostituta, bate em mulheres e no final das contas quando é mostrada a verdadeira face do destruidor é uma mulher, o clipe foi acusado de muitas coisas entre elas sobre incitar a violencia contra a mulher.

Não quero me alongar demais, mas é um album obrigatorio para aqueles que gostam de boa música e como todos aqueles que só pensam que musica se resume a riffs de guitarra, vale a pena quebrar paradigmas.

Breath

Smack My Bitch UpSmack My Bitch Up

Anúncios

~ por Zach em março 8, 2009.

Uma resposta to “Prodigy – The Fat of the Land”

  1. A primeira vez que ouvi Prodigy a primeira coisa que me ocorreu foi: “que batida acelerada…que música nervosa, paranóica”, a faixa foi Breathe. Esse “álbum do caranguejo” é muito bom, o melhor da banda. Engraçado foi que comprei um DVD da banda e tem uns clips de início de carreira que são DEPRIMENTES, nada a ver com o som que eles viriam a fazer anos depois, até o visual dos caras é completamente diferente. Deixando a música de lado, mas o marketing, a mudança na imagem, fizeram uma grande diferença, ajudaram bastante a banda.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: